A
3.700 km de Santiago no Chile se situa a Ilha de Páscoa com seus 165
quilômetros quadrados. Os moais são gigantescas esculturas de pedras,
provavelmente feitas pelos antigos habitantes.
J.J
Benitez, em seu livro “Meus Enigmas Favoritos” informa que teve
conhecimento que os antigos moradores possuíam a capacidade de utilizar
as forças da mente. Todos acreditavam no “mana” como algo real, embora
invisível. “Algo” que se encontrava no interior do homem e que só podia
ser utilizado para o bem...
Cada
invernadouro era erguido com a força do “mana”. Assim foram
transportadas as pesadas rochas....
“Pelo
ar e com a ajuda, apenas, da vontade do sacerdote possuidor do ”mana”.
Tudo
isso aconteceu há muito tempo porque, com as guerras internas, os homens
sábios de Hiva terminaram aniquilados e o “mana” desapareceu com eles.
Segundo os anciãos, o segredo do “mana” está na tabuinha “rongo-rongo”,
mas ninguém até hoje conseguiu decifrá-la.
Uma
vez esculpidos os moais – cuja função primordial era manter viva a
memória do morto a quem representava – eram deslizados até as ladeiras
do Rano Raraku e ali aguardavam o momento do falecimento daquele que o
tinha encomendado. Só então se procedia a locomoção. E para isso –
segundo a tradição - o chefe ou sacerdote que possuía o “mana”
levantava-o no ar e, com o único poder da mente, era o colosso guiado e
entronizado no “ahu”, ou altar familiar. Assim, o falecido “vivia” entre
os seus para sempre...