Desde
o século XII os primitivos africanos de Mali, os dogons, sabiam da
existência de uma estrela acompanhante de Sírio, de pequenas dimensões e
invisível ao olho humano. Esta estrela foi observada pela primeira vez
na segunda metade do século XIX.
Os
dogons construíram todo um ritual sagrado encima desta estrela que
chamaram de “PO TOLO” (o mais pesado dos corpos celestes). Sua densidade
média foi estimada em uma tonelada por centímetro cúbico.
Eles
também sabiam da existência do cinturão dos asteróides de Saturno.
A
lenda dos dogons conta:
...Há milhares de ano, os nommos chegaram a nossa terra. Esses seres,
metade homens, metade peixes, que viviam no sistema de Sírio. Eram os
senhores da água. Também foram chamados de instrutores e censores.
Chegaram em uma arca, provocando enorme poeirada.
Para
Robert K. G. Temple – que estudou o enigma dos dogons durante sete anos
– essa ocorrência pode ter acontecido a 5.500 anos.