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Os táquions Táquions
são partículas que, mesmo dentro da Teoria da Relatividade, viajam mais
rápido do que a luz. A
descrição-padrão das duas famílias de partículas permitida pelas equações
de Einstein segue a exigência que a energia total de uma partícula é
dada por:
Teríamos as 4 possibilidades :
A
discussão acima pretende ser como um exercício de especulação, ou ficção
científica, se preferirem, e talvez seja surpresa saber que Jack
Sarfatti, do Centro Internacional de Física Teórica em Trieste, Itália,
sugeriu algo bem semelhante como explicação da maneira pela qual um
“observador” pode interagir com uma “experiência” (isto é,
qualquer coisa em tomo do observador) para alterar a probabilidade quântica
dos eventos — escolhendo entre os múltiplos universos paralelos, se
quiserem. Se uma coleção de átomos no cabo de uma colher, por exemplo,
“escolhe?’ determinado estado quântico, a colher entortará. Em um
retrato do universo múltiplo suponho que haja um universo
correspondendo a qualquer efeito possível no nível quântico, e neste
caso, somos felizes (ou infelizes?) pelo entortar de uma colher acontecer
ocasionalmente, aqui, e não sempre. Muitos conceitos da Mecânica Quântica
pareçam estranhos à nossa mente, acostumadas ao macro-mundo, sendo
permissível considerar-se um positron movendo-se à frente no tempo
como equivalente a um elétron movendo-se para trás no tempo (é um
território estranho onde a teoria das explos5es do Buraco Negro cria raízes).
É também uma característica fundamental da Teoria Quântica que
qualquer “observador” é intrinsecamente parte de qualquer “experiência”,
já que o simples ato de observar altera a situação observada — é o
tema do trabalho de Sarfatti. Apliquemos estas idéias a uma “experiência”
na qual a mágica de entortar a colher está sendo observada por um grande
público no teatro ou na TV. A
massa geral dos observadores envolvida nessa experiência produzirá ondas
sem nitidez de táquions, trazendo expectativas normais sobre o
comportamento de objetos como uma colher. Uma focalização ajustada de táquions
em linha com a expectativa que a colher entortará poderá, segundo Sarfatti,
talvez empurrar os efeitos quânticos para produzir esta situação —
mas quando Geller entorta a colher é uma surpresa para a audiência. Como
eles puderam dirigir seu conhecimento taquiõnico para influenciar a Estatística
Quántica antes do evento? A
resposta é simples, se os táquions podem viajar para trás no tempo. A
produção espetacular das colheres tortas produz as ondas de admiração
na audiência, liberando um fluxo de táquions que viajam para trás no
tempo e fazem as colheres se entortarem um pouco antes de produzido para
criar a surpresa. Se um processo desses puder ser acionado de -modo
deliberado, poderá explicar os fenômenos telepáticos como uma comunicação
taquiônica direta entre as mentes, mas um fato físico como entortar
colheres parece requerer o esforço conjunto de muitas mentes — exceto,
segundo o professor John Taylor, da London University, no caso de crianças.
De acordo com o exposto acima, isto não surpreende. As crianças possuem
uma imaginação mais viva do que a maioria dos adultos, com emoções
mais poderosas, presumivelmente liberando vibrações taquiônicas mais
fortes. Talvez esta ligação taquiônica forneça a chave a mistérios
como os poltergeists! Talvez
os táquions forneçam um meio de comunicação com o outro lado do
universo no balão de dois lados, ou, quem sabe, sejam meramente um
produto da Matemática. O assunto não é mais confuso do que o do
neutrino, onde as estranhas situações feitas em tentativas desesperadas
para resolver o “enigma do neutrino solar”. Talmadge Davis e John Ray,
da Clemson University, na Carolina do Sul, sugeriram que os neutrinos,
segundo suas equações, existem em um estado de momento zero e energia
zero (o que os toma difíceis de serem vistos) mas mesmo assim eles podem
realmente estar presentes, como “neutrinos fantasmas”, pois existe
ainda uma função de onda matemática descrevendo sua presença: Os
neutrinos fantasmas aparecem de modo natural na relatividade .......
Talvez essas soluções de “neutrino fantasma” sejam um tipo de “relíquia”
da Teoria Quântica da gravidade. De alguma forma o vácuo, na gravidade
quântica, pode estar “pululando” de neutrinos e antineutrinos
virtuais. E
isto é ciência. Pelo menos, o assunto certamente torna a idéia do nosso
Universo como a camada externa de um balão tridimensional expandindo em
um hiper-espaço multidimensional quase familiar. A idéia do balão de
dois lados tem certamente o grande mérito de manter a simetria da matéria
e antimatéria em geral, mas na verdade não responde à pergunta
“para onde vamos?” Para resolver este enigma que perturba o homem
desde a conscientização de um futuro à frente — temos que olhar o
outro lado da moeda da simetria — simetria não somente das coisas
materiais, mas do tempo e do próprio espaço-tempo. Extraído do livro “Buracos Brancos” de John Gribbin O CD AbbrA contém muitos outros temas mágicos, além de abordar com mais profundidade os que estão no site. Veja!
Vamos nos divertir um pouco??!!!
Criação: 05/10/2001 |
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